Início NOTÍCIAS Mulher é presa por alugar cobra de 3 metros a dançarinas do...

Mulher é presa por alugar cobra de 3 metros a dançarinas do ventre no PR

318
0

Uma mulher de 42 anos foi presa em flagrante em Curitiba, na terça-feira (17), pela posse ilegal de uma cobra píton albina. De acordo com a PC-PR (Polícia Civil do Paraná), a suspeita é dançarina do ventre e alugava o animal por R$ 500 para outras profissionais do ramo utilizarem o réptil durante as apresentações.

Apreendida pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, a serpente tem 3 metros de comprimento, mais de 20 kg e aproximadamente sete anos de vida. A operação foi desencadeada após denúncias anônimas da população.

“Segundo apuramos, a mulher alugava o animal a dançarinas do ventre. Ela cobrava R$ 500,00 e deixava que elas levassem a cobra para as apresentações”, relatou o delegado Matheus Layola ao Paraná Portal.

A tutora da píton albina foi presa em flagrante por crime ambiental. Detida em casa, no bairro Capão Raso, a suspeita prestou depoimento ainda na terça-feira (17) e vai responder em liberdade.

De acordo com o delegado-chefe da divisão de Proteção ao Meio Ambiente, as dançarinas do ventre também serão alvo de investigação da Polícia Civil.

“A responsabilidade das ‘clientes’ [dançarinas do ventre] também será apurada, mas primeiro estamos ouvindo a dona da cobra”, ponderou Matheus Layola.

A Polícia Civil do Paraná agora vai investigar quantos aluguéis foram concretizados para chegar a uma estimativa do valor movimentado e do período em que os crimes ambientais foram cometidos.

O delegado também ponderou que o local correto dos animais silvestres é a natureza. Para manter a posse de um réptil como a píton albina é necessário realizar a compra junto a um criador autorizado e realizar uma vistoria completa dos órgãos de controle ambiental.

Para conceder as permissões, os agentes avaliam cada caso de forma isolada. Eles levam em consideração, por exemplo, o espaço físico disponibilizado pelo tutor e as condições às quais os animais serão submetidos em cativeiro.

Segundo a Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente, uma píton albina — como a que foi apreendida nesta ação — chega a ser negociada por valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

Por Angelo Sfair

Fonte e foto Paraná Portal

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui