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Cãozinho segue viatura por mais de 1 km para acompanhar seu tutor até a delegacia

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 Renê Costa 

Tutor do cãozinho é morador de rua na cidade de Volta Redonda, Rio de Janeiro, e foi levado à delegacia para ser identificado.

Foto: Rodrigo Viana/Policia Militar

O amor e o companheirismo dos animais está cada vez mais presente no nosso dia a dia e um exemplo disso é o caso do cãozinho “Chei de pulga”, nome dado pelo tutor ao seu cachorrinho. O seguiu por mais de 1 km uma viatura da guarda-civil que levava seu tutor para ser identificado em uma delegacia. O caso aconteceu no ano passado e comoveu os moradores da cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

A cena impressionou os moradores da cidade, que poucas vezes tinham se deparado com um momento de tanto carinho e companheirismo, como foi demonstrando pelo fiel cachorrinho ao seu tutor.

Depois de percorrido boa parte do caminho sem aparentar cansaço, os policiais se comoveram com a situação e deixaram “Chei de pulga” ir com o seu tutor dentro da viatura até a delegacia.

A operação foi uma parceria entre a Guarda Civil e a Polícia Militar junto com a assistência social, realizando identificação de pessoas desabrigadas na cidade de Volta Redonda, Rio de Janeiro.

O rapaz que foi identificado pelo nome de Fabio de Souza Cesário e o seu cachorrinho “Chei de pulga” tiraram fotos com a Guarda Municipal e logo em seguida foram liberados.

Companheirismo

Atitudes como essa do pequeno cãozinho que acompanhou o seu tutor até a delegacia, em Volta Redonda, provam a fidelidade dos animais com os seus tutores. Um estudo realizado pela Universidade Eotvos Lorand, na Hungria, mostrou que muitas vezes os cachorros preferem ficar com os seres humanos a interagir com os outros cachorros.

Cães são excelentes companheiros e sempre farão de tudo para proteger sua família. O olfato apurado e audição ultrassensível dos animais servem de radares, principalmente à noite, mesmo quando estão em sono profundo.

O metalúrgico Douglas Ferreira conta que graças à sua cadela chow chow, não roubaram a sua moto. “Eu sempre coloco minhas duas motos perto do portão, porque não tem espaço na garagem, então ela fica visível as pessoas que passam na rua, uma certa noite, estava dormindo, e comecei a ouvir latidos da minha cadela, ela se debatia contra o portão. No outro dia, quando acordei, reparei que faltava algumas peças na minha moto, então entendi que os latidos que minha cachorra fazia era porque ela sentiu a presença de pessoas querendo roubar minha moto”, contou Douglas Ferreira em entrevista a ANDA.

Para a veterinária Renata Saccaro, em entrevista ao jornal Zero Hora, “Qualquer que seja a raça, o instinto de defesa e proteção sempre vem em primeiro lugar”, disse.

Os cachorros precisam de ar livre, de espaço, de brincadeiras e principalmente de amor. Garantir que eles sejam tratados com carinho é preservar uma amizade para toda a vida.

Fonte: anda.jor.br

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