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Cabeleireiro gera revolta ao ensinar a envenenar gatos em vídeo

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(Foto: Pixabay/Ilustrativa)

O cabeleireiro Juscelino Andrade gerou revolta nas redes sociais após aparecer em um vídeo relatando o envenenamento de um gato e ensinando as pessoas a envenenarem animais.

No vídeo, Andrade afirma que o gato estava comendo comida dentro de sua casa, em Picos, no Piauí, e que o animal, por estar faminto, insistia em voltar ao local mesmo após apanhar. Por isso, ele decidiu envenená-lo.

As imagens do cabeleireiro foram filmadas e divulgadas pelo influenciador Júllio Brunno, que é proprietário de um salão de beleza e, após ser duramente criticado nas redes sociais, pediu desculpas. “Errei em ter filmado, fui infeliz em ter filmado ele contando a história. Nota de esclarecimento não vai apagar o que foi feito anos atrás. Venho pedir humildemente perdão por ter postado o vídeo, por ter filmado ele, por ter rido da história. Eu não apoio os maus-tratos com animais”, disse.

“Juscelino não matou gato, eu não matei gato, eu vim aqui pedir perdão por ter rido do vídeo. O que cabe a mim agora é abraçar as consequências jurídicas e públicas. Vou usar meu Instagram, a influência que vocês me deram, para reparar esse erro infeliz e abraçar as causas animais”, completou.

A ONG Amigos Protetores dos Animais de Picos (Apapi) também se pronunciou sobre o caso. Através do Instagram, a entidade publicou uma nota de repúdio. “Devido ao lamentável episódio ocorrido neste sábado (09) em que foi relatado envenenamento de animais em redes sociais, a Apapi (Amigos Protetores dos Animais de Picos), repudia toda e qualquer ação de maus-tratos contra animais e segue acompanhando o desdobramento do caso. A denúncia ainda não foi oficializada junto à polícia”, escreveu a associação.

“Ciente de que a nossa função é: proteger, zelar e cuidar dos animais. Não compactuamos com qualquer meio ou forma de abafar o caso. Com muita tristeza foi assistido o vídeo em que relatam à forma e o tipo de veneno usado para ceifar a vida desse gatinho. O assunto foi tratado com total deboche e risos como se a vida dele não importasse. Além de comentar o crime de maus-tratos ainda incentivam o crime a usar as redes sociais para tal ato. É lamentável que com leis rígidas ainda nos deparamos com situações como essa. Deixamos aqui o nosso total repúdio ao ocorrido e fortalecemos aqui a nossa aliança com a causa animal”, concluiu.

Fonte: anda.jor.br

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