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Com estrutura precária, centro que recebe animais silvestres no RJ pode fechar as portas

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 Foto: Reprodução/TV Globo

O único centro de triagem de animais silvestres do Ibama no estado do Rio pode fechar as portas na semana que vem. Com problemas nas instalações elétricas, o centro não tem mais condições de receber novos animais e terá que transferir para outros estados os que estão acolhidos na unidade.

Instalado em Seropédica, na Baixada Fluminense, às margens do anel rodoviário, o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) recebe aproximadamente dez mil animais por ano.

A maioria chega doente ou machucada.

São animais apreendidos em operações contra o tráfico ou levados pela própria população, quando encontrados nas cidades.

Um documento interno do Ibama encaminhado pelo vice-chefe da divisão técnica, Bruno Linhares, ao superintendente do órgão, almirante Alexandre Dias da Cruz, informa que por causa da queda da rede elétrica do bloco principal de construções do Cetas, onde ficam os equipamentos de informática e rede, além de geladeiras e freezers, seria importante suspender o funcionamento do centro de triagem por tempo indeterminado.

O documento ressalta as condições precárias das instalações, e a necessidade de reparos da rede de esgoto e obras para a própria segurança dos servidores e profissionais de apoio.

Diz ainda que o Cetas conta com apenas 1/3 dos servidores necessários.

E recomenda a maior redução possível na quantidade de animais acolhidos pela unidade.

Mil e quinhentos animais silvestres estão neste momento no Cetas. A ordem é encaminhá-los para os centros de triagem mais próximos em Juiz de Fora (MG) e em Lorena (SP).

A partir da semana que vem, o Cetas deixará de receber novos animais. Isso significa que a polícia ambiental, bombeiros e voluntários não terão mais um centro de referência para levar animais silvestres em situação de risco no Rio de Janeiro.

O procurador da República, Sérgio Suiama, criticou a omissão da superintendência do Ibama no acolhimento dos animais.

“Não é possível haver a paralisação desse serviço. É necessário, como qualquer outro serviço público de natureza contínua, transporte, bombeiro, hospital, que esse serviço seja garantido de maneira permanente”, disse.

“O que nós não sabemos efetivamente é qual é o compromisso do Ibama em fazer obras emergenciais e garantir o rápido restabelecimento do serviço”.

No início do ano, o RJ2 mostrou a morte de 600 animais no Cetas por falta de tratadores, alimentos e remédios.

Logo após a reportagem, o superintende do Ibama no Rio, indicado pelo ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, o contra-almirante da Marinha Alexandre Dias da Cruz, assinou a contratação da empresa terceirizada encarregada de cuidar dos animais.

O RJ2 pediu um posicionamento ao Ibama, mas não teve retorno.

Por André Trigueiro

Fonte: G1

 

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