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Ativistas dos direitos dos animais enviam “cão morto” a CEO da F1

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O ‘cão morto’ que a PETA afirma ter enviado a Stefano Domenicali

Um grupo de ativistas dos direitos dos animais afirmam ter enviado um boneco de ‘cão morto’ ao CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, em um estranho protesto.

A organização PETA anunciou que enviou o animal, na verdade um brinquedo de pelúcia manchado de sangue falso, como parte de sua defesa contra uma corrida de trenó de cães no Alasca conhecida como “Iditarod”, que ela alega ter matado mais de 150 cães desde o começo.

Essa corrida é patrocinada pela empresa local de telecomunicações GCI, uma subsidiária da Liberty Broadband Corporation.

Em um comunicado de imprensa anunciando o envio do ‘cão morto’ e uma carta a Domenicali, a PETA (‘People for the Ethical Treatment of Animals’) expressou otimismo de que o italiano poderia pedir o fim do apoio da GCI ao Iditarod.

“Esperamos que nossa entrega do boneco de cão morto e da carta [link da carta] estimule Domenicali a fazer a mídia Liberty frear seu suporte ao Iditarod”, lê-se em parte desse comunicado (observando que a frase, incluindo ‘[link para carta]”, que na verdade não faz conexão a nada, é reproduzida verbatim do site da PETA).

O Grupo de Fórmula 1, incluindo a própria entidade F1, é propriedade da Liberty Media Corporation.

No entanto, a ligação entre a F1 e a corrida de cães é ainda mais intrincada do que parece a princípio.

Enquanto o presidente e CEO da Liberty Media, Greg Maffei, também ocupa os mesmos cargos na Liberty Broadband, as duas são de fato empresas comerciais independentes.

A Liberty Media Corporation concluiu seu desligamento da Liberty Broadband Corporation em novembro de 2014, embora mantenha um acordo de serviços provisórios, segundo seu mais recente relatório anual.

O acordo para a compra da F1 só foi alcançado em setembro de 2016, e a aquisição foi concluída em janeiro de 2017.

A declaração da PETA, em contrapartida, afirma: “No entanto, a GCI, empresa irmã da Fórmula 1 – F1 (e também de propriedade da empresa-mãe Liberty Media), ainda patrocina a corrida mortal com o valor de mais de £180.000 (mais de R$1.300.000,00) por ano.”

Embora não esteja especificamente relacionada a questões de crueldade animal, a F1 está atualmente realizando um grande esforço ambiental, que inclui o compromisso de ser “emissões zero” até 2030.

Ele passa para o E10 este ano, com a nova geração de unidades de energia que entram em operação em 2026 usando combustível 100% sustentável, enquanto há ainda uma série de pendências com os eventos por ela patrocinados.

Por Daniel Herrero / Tradução de Sônia Zainko

Fonte: Speedcafe.com

 

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