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Em meio à pandemia, ONGs e associações fazem a diferença na vida de pessoas e animais em Campo Grande

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Em meio à pandemia do novo coronavírus, o trabalho assistencial de algumas entidades ganhou protagonismo e fez a diferença em milhares de vidas campo-grandenses. Esses trabalhos também revelam histórias de luta e dedicação, que resultaram na edificação de ONGs (Organizações não Governamentais), projetos e associações tocados por gente que dedica a vida para cuidar do próximo.

No bairro Aero Rancho, essa árdua tarefa é executada pelo projeto ‘Uma Mão Amiga’, que distribui cestas básicas, frutas e legumes para cerca de 200 famílias da região. “São mais de duzentas famílias atendidas semanalmente, fora as que a gente não conta”, disse o barbeiro Claudionor Ferreira, de 55 anos.

A iniciativa foi criada junto com a sua esposa em 2005, oferecendo assistência social para mulheres que são chefes de família. “Antes de começarmos a doar, a assistente social visita a casa dessas mulheres. São mulheres que são líderes no seu lar, e estão sem apoio”, disse ele.

Com cerca de 15 voluntários, o projeto atende diversos bairros da cidade e foi um divisor de águas na pandemia. “Muitas famílias passaram necessidade e, graças a Deus, conseguimos auxiliá-las. Atendemos moradores do bairro Jardim Botânico, Dom Antônio, Lajeado, Pênfigo, Jardim Colorado, Tijuca, Aero Rancho e outros”, finalizou.

Mudando a vida de famílias

Na vila Alba, a associação ‘Renasce Uma Nova Esperança’ atende crianças com hidrocefalia, paralisia cerebral e microcefalia. “Todos os atendimentos são gratuitos, oferecemos fisioterapia, terapia ocupacional, psicólogo, musicalização, hidroterapia, assistência social e terapia ocupacional para 42 crianças”, disse a fundadora, Iris dos Santos Moreira, de 45 anos.

Ao todo — somando o atendimento infantil — a entidade atende 220 pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Além das crianças, oferecemos recursos para essas famílias: palestras, instruções jurídicas e alimentação, são pessoas de baixa renda e que tiveram dificuldade com os estudos”, explicou.

Fundada em 2007, a instituição tem o objetivo de proporcionar qualidade de vida para as crianças com deficiência e suas famílias, sobrevivendo apenas de doações.

Cuidando dos animais

Tentando mudar o ciclo de violência e abandono dos animais domésticos em Campo Grande, a ONG ‘Abrigo dos Bichos’ luta pra sobreviver financeiramente em meio aos salvamentos. “Os protetores independentes resgatam os cachorros e gatos, e nós procuramos lares temporários. Depois de resgatados, os animais passam por veterinários e alguns não são adotados. Tem dias que eu compro ração para dar aos protetores, está complicado. Muitos tiram do bolso”, disse a dirigente da entidade, Maria Lúcia Mettelo.

Para ela, o problema maior é a falta de consciência de uma parcela da população. “As pessoas não têm responsabilidade, não castram e descartam as ninhadas como se fossem lixo. Enquanto eu salvo um animal, vai ter alguém descartando uma ninhada, ou um tutor maltratando o seu cachorro, amarrando no fundo do quintal, deixando sem comida e sem água e achando que é certo”, explicou.

Com a ONG funcionando desde 2001, a fundadora já perdeu as contas de quantos gatos e cachorros resgatou. E com tantos anos de trabalho, identificou a solução para esse problema. “Precisamos de uma adoção de políticas públicas que sejam realmente aplicadas e fiscalizadas. ONG é um grupo de pessoas com boa vontade, mas boa vontade não alimenta. Se não houver essa aplicação, vamos ficar enxugando gelo”, finalizou.

Ajuda na luta contra o câncer

Também na luta para ajudar o próximo, a Abrapec (Associação Brasileira de Assistência às Pessoas com Câncer) é uma ONG engajada na prestação de suporte socioeconômico, de reabilitação físico-emocional e apoio jurídico às pessoas em tratamento de câncer na situação de vulnerabilidade social, incluindo atendimento aos familiares e cuidadores.

As pessoas são encaminhadas para a Abrapec por meio dos hospitais públicos, postos de saúde, entre outros. Mensalmente, eles atendem centenas de pessoas em tratamento do câncer.

A Abrapec possui uma equipe interdisciplinar de funcionários e voluntários que elaboram programas voltados à defesa e garantias de direitos, promoção ao mercado de trabalho, amenização do sofrimento causado pela doença, fortalecimento dos vínculos familiares e proteção social, proporcionando, assim, uma melhor qualidade de vida aos atendidos, por meio de um atendimento humanizado e acolhedor.

A Associação também presta apoio às necessidades básicas emergenciais dos atendidos no período de tratamento com medicamentos, materiais para curativos, cadeira de rodas/banho, suplementos alimentares e fraldas geriátricas.

Deste a sua Fundação, a Abrapec possui um cadastro de 1874 pessoas e, atualmente, a associação presta atendimento a 108 pessoas em tratamento do câncer nos hospitais de referências na Capital e cidades circunvizinhas, dentre elas Coxim, Rochedo, Miranda, Sidrolândia e Ribas do Rio Pardo.

Para ajudar qualquer uma das iniciativas, entre em contato pelos telefones:

Uma Mão Amiga: (67) 99176-5441

Renasce Uma Nova Esperança: (67) 3044-5530

Abrigo Dos Bichos: (67) 99955-4949

Abrapec: (67) 2106-9700

(Foto: Abrigo Dos Bichos / Arquivo)

Por Ranziel Oliveira

Fonte: Midiamax

 

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