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Ordem de prisão emitida contra mulher que sequestrava e assassinava cães no México

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Pelo delito de maus-tratos a animal, foi emitida uma ordem de prisão contra uma mulher que supostamente sequestrava cães e os assassinava em sua casa, localizada no município de Huejotzingo.

Trata-se da primeira detenção relacionada com maus-tratos a animais, desde que este delito passou a ser sancionado com prisão.

A advogada Sandra Astorga García informou que abriu o processo judicial administrativo 37/2018/San Martín, para o qual se realizou uma audiência inicial para determinar o status legal da detida María N.

A juíza da Casa de Justiça de Cholula reprogramou a audiência devido ao fato de o advogado da acusada não ter cópias do processo em mãos.

Os atos pelos quais acusam María N. foram denunciados em junho de 2017, entretanto, passaram dois anos para que finalmente fosse emitida a ordem de prisão.

María N. supostamente roubava cães no município citado em cumplicidade com seu filho, e os assassinava.

Organizações distintas dedicadas ao cuidado de animais conseguiram resgatar um desses cães que se supõe que a detida o mantinha em condições de maus-tratos.

O Código Penal do Estado de Puebla estabelece em seu artigo 470 que, se os atos de maus-tratos ou crueldade provocam a morte de um animal, “serão impostos de dois a quatro anos de prisão e multa de duzentos a quatrocentos dias de salário”.

A audiência para determinar se a detida continuaria privada de sua liberdade deveria ocorrer na primeira semana de dezembro.

Outro caso de maus-tratos a animal em Puebla foi registrado em setembro, quando María Consuelo N. foi detida por ser suspeita de matar cães em Bosques de San Sebastián para seu próprio consumo.

Vizinhos dessa colônia invadiram o apartamento 4 do edifício 52 depois de não aguentarem mais os odores fétidos gerados pelo acúmulo dos cães.

A ação também resultou depois de vários animais de estimação terem desaparecido e de que um colono localizou seu Poodle Francês e observou quando este conseguiu fugir do apartamento da mulher, o que permitiu que ele descobrisse a quantidade de animais que a mulher tinha acumulado.

Entretanto, a detida foi solta posteriormente por irregularidades durante sua detenção.

Por Fernanda Jara / Tradução de Alice Wehrle Gomide

Fonte e foto: La Jornada de Oriente

 

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