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Jumentos são mortos para consumo após serem explorados por anos

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Mariana Dandara | Redação ANDA

(Foto: Aniele Nascimento/Gazeta do Povo)

Tratados como objetos a serviço dos seres humanos, os jumentos vivem vidas miseráveis. O animal, que deveria ser respeitado como um símbolo do Brasil, é forçado a carregar cargas e transportar pessoas. Quando envelhece e não tem mais condições de suportar tamanha exploração, é enviado ao matadouro.

Embora ações judiciais e um projeto de lei tentem proibir a matança de jumentos no Brasil, essa prática continua sendo executada. E como a carne desses animais não é consumida pelos brasileiros, o produto é exportado para outros países.

Matá-los é mais fácil e lucrativo do que promover uma velhice confortável para todos eles, longe das carroças e da exploração. Permitir que eles vivam em paz, em meio à natureza, não gera lucro e, portanto, não é sequer cogitado não só por seus tutores, que os enviam para matadouros, mas também pelo poder público, que facilita a exportação da carne de jumento.

Ativistas pelos direitos animais se posicionam contra a exploração e o extermínio dos jumentos não só pela crueldade a qual são submetidos, mas também por conta do risco da espécie ser extinta, já que a matança tem sido feita de forma predatória.

Em 2013, o deputado Ricardo Izar (PP-SP) apresentou o Projeto de Lei 5949/2013, que visa proibir a matança de jumentos, cavalos e mulas no Brasil. A proposta, no entanto, nunca foi colocada para votação.

Para Izar, “fazer do descarte de animais abandonados um negócio, com direito inclusive à participação de grupos estrangeiros no empreendimento em solo brasileiro, é algo que repugna e constrange toda a sociedade”.

Fonte: anda.jor.br

 

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