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Karina Dohme: “Doo uma parte do meu salário a ONGs de animais”

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As cadelas das quais Karina Dohme é tutora levaram as alianças até o altar no casamento da atriz com o empresário Lucas Lopes Camargo (Foto: Marcos Misturini/ Divulgação)

Karina Dohme é tão apegada às cachorras das quais é tutora que não poderia deixá-las de fora de um dos dias mais especiais de sua vida. Tanto que as samoiedas Kiva e Kay, de 7 anos, foram as responsáveis por levar as alianças ao altar no casamento da atriz com o empresário Lucas Lopes Camargo, em 2019.

“Nosso casamento foi totalmente livre de rituais religiosos, queríamos algo com alma, que nos representasse. Era impossível pensar em alma, na nossa história, sem considerá-las parte disso. Então, decidimos que elas levariam as alianças. Foi perfeito, elas entraram ao som de Here comes the Sun, do Beatles. Elas são nossos sóis”, declara a intérprete da vilã Teca em Quanto Mais Vida, Melhor em entrevista exclusiva ao Vida de Bicho.

Aliás, Karina não nega que ser amante dos animais foi uma característica importante para se interessar por Lucas. “Certamente, mas acho que acabei ensinando um pouco a ele sobre isso. Ele já amava [animais], mas acho que o desejo de ser tutor veio ao ver minha relação com a Ninmah, uma golden retriever que eu perdi há alguns anos”, conta. “Meu marido é um ultrapai, brinco que é o teste drive pro bebê”, completa ela, que pensa em ter filhos futuramente.

Assumir tutela de cachorro após a morte do pai

Atualmente, além de Kiva e Kay, a primeira, foi um presente de seu marido; a segunda a atriz adotou após sofrer maus-tratos e ser resgatada por uma amiga, Karina também é tutora de Pippa, uma labradora de 8 anos de idade.

“A Pippa morava com meu pai, eu a escolhi e o presenteei. Quando ele faleceu [em julho de 2018], entendi que era uma obrigação minha ficar com ela. Nós já tínhamos uma ligação muito forte e ela sempre foi minha filha e se deu muito bem com a Kiva e a Kay. Ela era o que faltava na nossa família”, lembra.

Parte do salário para ONGs

Karina não se preocupa só com as cadelas das quais é tutora, mas com os animais em geral. Tanto que a atriz destina uma parcela de sua renda a projetos dedicados aos animais. “Doo uma parte do meu salário para ONGs sérias, que fazem um trabalho importantíssimo com animais. É a causa que eu mais ajudo. Admiro demais quem se dedica a isso e, sempre que posso, faço um pouco mais por eles”, conta.

Ela diz que, se pudesse, adotaria todos os animais que encontra. “Quero muito adotar mais um ou dois, e adoraria ter um que fosse deficiente físico. Normalmente, não são lembrados. Já parei várias vezes na estrada para socorrer cães atropelados, já resgatei cães em situação de rua e cuidei até ter um tutor para adotar”, diz. “Eu sou um perigo [risos]! Se deixar, eu monto um canil”, completa.

Saudade das cachorras durante as gravações

Morando em Campinas, no interior de São Paulo, foi complicado para Karina ficar longe das cachorras durante as gravações de Quanto Mais Vida, Melhor, que aconteceram no Rio de Janeiro. “Foi uma parte difícil desse trabalho, porque eu morei no Rio um ano num ‘apê’ bem pequeno e elas ficaram em casa, com o meu marido. Cada vez que eu conseguia uma brechinha e vinha pra casa, voltava chorando no momento de falar ‘tchau’”, diz.

A atriz e Lucas costumam sempre levar em consideração a rotina das cachorras ao programar viagens e passeios. “Somos muito preocupados com elas, então, tudo que vamos fazer fora de casa temos que ponderar: onde elas vão ficar, se é seguro, conhecer o lugar ou pedir para alguém da família estar com elas”, relata.

A dor da perda

Karina sempre foi “alucinada por animais”, como ela mesma se define, desde criança. “Na infância tive cachorro, pintinho que virou galo, peixe, gato… Dizia que ia ser veterinária. Eu sou a pessoa que salva a abelha que cai no refrigerante, sabe? Não consigo matar uma formiga”, confessa.

Mas essa paixão ficou ainda maior quando ela presenteou o pai em 2008 com a golden retriever Ninmah. “Essa cachorra mudou tudo na minha vida, era uma relação de alma gêmea. Ela faleceu com apenas cinco anos, de uma doença no útero, e eu quase morri junto. Depois disso, os animais passaram a ser ainda mais importantes para mim”, recorda, emocionada.

Para Karina, a perda de um animal é a parte difícil em ser tutora. “Eu acho que o maior desafio de todos, sem discussão, é o fato de saber que eles vão partir antes de nós e vamos perder seres que amamos com todo nosso coração”, afirma.

Fonte: Globo.com

 

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